segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

COORDENADORES DOS ESTADOS E REGIÕES FIUTCAB

Coordenador Nacional e Presidente da Confederação
Babalorisá Walter de Odé Nitá Fone 011-84951420
Rua Antonio de Sando n.º 371 Bairro Santa Catarina
13225-700 Várzea Paulista – São Paulo

Secretário Geral da Coordenação
Apaòssí Rafael Vertuan fone 011-4038 7303
Rua Lemans n.º 45 , Bairro Figueira
13.230-000 Campo Limpo Paulista SP
Secretaria Administrativa da Coordenação
Keyt Cristina dos Santos Oliveira
fone 11- 84004511
Rua Antonio de Sando n.º 371 Bairro Santa Catarina
13225-700 Várzea Paulista – São Paulo

Diretoria do Financeiro da Coordenação Nacional
Iyálossoyin Célia Aparecida dos Santos
Rua Antonio de Sando n.º 371 Bairro Santa Catarina
13225-700 Várzea Paulista – São Paulo

Diretoria Jurídica da Coordenação Nacional
Olòóssoiyn Dr Cassio Scatena
Rua Conselheiro Crispiniano 94
Centro São Paulo – SP

DIRETOR DA COORDENAÇÃO ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO :
Babalorisá José Luiz Santos Carvalho Monteiro
Guapi Mirim -RJ

DIRETOR DEPTO RELAÇÕES ESTRANGEIRAS
Babalauô Adejimi Aderotimi Adefolurini
Vila Carrão - São Paulo SP

DIRETORA DE COMUNICAÇÃO GERAL
Iyá Sandra Medeiros Epega
Centro - Guararema SP

COORDENADOR REGIONAL DE ASSUNTOS DA TRADIÇÃO UMBANDISTA:
Pai João Roberto Dominicalle - Bairro Malota - Jundiai -SP

Coordenador Estadual / Mato Grosso –Cuiabá
Fabio Lima da Silva de Oxalufan
Parque Cuiabá - Cuiabá MT

Coordenador Estadual/ Mato Grosso – Cuiabá
Antônio Carlos da Costa Pinto
fone 065-92488722
Jardim Universitário – Cuiabá –MT

Coordenação Regional / Londrina PR
Luiz Henrique Figueiredo de Osàlufán
Londrina - PR

Coordenação Regional / Poços de Caldas
Òmó Orisá Luciano Aparecido da Rosa Junior
Poços de Caldas - MG

Coordenação Regional/ Lavras MG
Benedito Aparecido de Souza fone 035-38226806
Lavras - MG

Coordenação Zona Sul de São Paulo SP
Babalorisá Rui Semede Obá Soji
Vila Inglesa - São Paulo - SP

Coordenação Regional Interior de São Paulo
Pai Kildare Gião de Oxun
São João da Boa Vista - SP

Coordenação Regional / Niterói RJ
Iyálorisá Regina Maura Marques de Freitas
Niteroi - RJ

Coordenação Regional Rio de Janeiro
Iyálorisá Ana Moriggi de Odé
Condominio Santa Paula - Maricá - RJ

Coordenção Estadual da Paraíba
Iyalorisá Joana D´Arc de Albuquerque (Juremeira)
Cruz das Almas - João Pessoa PB

sábado, 10 de janeiro de 2009

domingo, 28 de dezembro de 2008

Previsão Oracular de Ifá para 2009



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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

MENSAGEM DE NATAL


terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Oba Sòngó

Àwa dúpé ó Oba dodé
àwa dúpé ó Oba dodé
Sòngó àwá dúpé ó Oba dodé
àwa dúpé ó.

Nós agradecemos a presença do Rei que chegou,
nós agradecemos a presença do Rei que chegou,
nós agradecemos a presença de Sòngó, o Rei que chegou,
nós Agradecemos.

Obá é palavra da língua iorubá que designa rei. Obá é também um dos epítetos do orixá Xangô (não confundir Obá, rei, soberano ( oba ), com o orixá Obá ( Òbà ), que é uma das esposas de Xangô). Segundo a mitologia, Xangô teria sido o quarto rei da cidade de Oió, que foi o mais poderoso dos impérios iorubás. Depois de sua morte, Xangô foi divinizado, como era comum acontecer com os grandes reis e heróis daquele tempo e lugar, e seu culto passou a ser o mais importante da sua cidade, a ponto de o rei de Oió, a partir daí, ser o seu primeiro sacerdote.De todos os orixás que marcam a saga da cidade de Oió, nenhum foi mais reverenciado que Xangô, mesmo quando Oió passou a ser apenas um símbolo esfumaçado na memória dos atuais seguidores das religiões dos orixás espalhados nos mais distantes países da diáspora africana do lado de cá e do lado de lá do oceano.
(foto: Xangô de Waldemiro Costa Pinto (Pai Baiano, o Patriarca do Ilê Asé Òmó Odé Nitá)

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Orgulho da Alma Negra - 500 anos de luta contra a opressão e preconceito.

Os navios negreiros que aportaram em nosso país não trariam somente os negros cativos para o trabalho escravo. Trouxeram, além de sua força braçal que promoveu a riqueza do Brasil, sua cultura, seus hábitos e crenças. Hoje, apesar de muitos não saberem, somos influenciados em vários aspectos pelo imenso e rico leque cultural que os africanos nos deixaram como legado.
Todos sabemos que o negro sofreu, foi humilhado, obrigado a abandonar suas crenças e identidade. Já foi até dito que os negros não tinham “alma”, mais ao contrário do passado, e através da luta e resistência dos negros, o Brasil se tornou um país de ALMA NEGRA.
Também sabemos que ainda existe o preconceito de forma velada (ou até mesmo escancarada) e quanto o país está marcado por diferenças e discriminações raciais, sociais e religiosas. A luta eterna dos grupos organizados conta o preconceito, o racismo e a intolerância que ainda tem que levantar sua bandeira e mostrar para a sociedade a seriedade do problema, resultou em algumas conquistas como a criação do dia Consciência Negra, comemorado no dia 20 de Novembro, data em que o líder quilombola Zumbi dos Palmares foi morto. A criação desta data foi importante para propor um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da contribuição dos africanos para a formação de nossa cultura.
Infelizmente ainda precisamos de uma “data especial” para nos lembrar, mesmo usando durante o cotidiano instrumentos africanos em nosso trabalho e palavras em dialetos africanos quando conversamos com nossos vizinhos. Dançando embalados pelo ritmo da Mãe África no samba ou no Hip Hop, a expressão de luta da juventude negra, sem esquecer do tempero baiano em nossas cozinhas e os quitutes e sabores incorporados em nossa singular culinária.
Outra vitória é o direito de liberdade das religiões de matrizes africanas, como o Candomblé e a Umbanda, um dos grupos de afro-descendentes que mais sofrem com a discriminação e intolerância religiosa. Estes cultos já foram proibidos por lei e constantemente seus adeptos eram presos ou tinham de passar por exames de sanidade mental para poderem praticar sua fé. Em nossa região, ONGs como a Confederação Nacional União das Tradições e Cultura Afro Brasileiras (FIUTCAB) promove há mais de uma década ações afirmativas contra a discriminação religiosa dos cultos negros.
A Consciência Negra é algo que devemos ter o ano todo, Conhecer e valorizar nossa cultura presente na CAPOEIRA, no MARACATÚ, nas CONGADAS. Outro grande passo foi dado quando no início de seu mandato, o Presidente Lula incluiu obrigatoriamente nas disciplinas escolares o ensino da história da África e da Cultura Afro-brasileira em escolas publicas e particulares, mas infelizmente isso ainda não ocorre na maioria das escolas onde apenas encontramos nos livros de história o negro aparecendo somente ao falar na abolição da escravatura e no apartheid. Em nossa região temos o Grupo ZAMA, que zela pela preservação cultural da herança africana e o Clube 28 de Setembro, que promove atividades relacionadas à questão negra apoiado pelo Grupo de Capoeira Rio Vermelho.
A preservação da identidade negra é de extrema importância para a construção de um país coeso e harmonioso, livre de preconceitos. Pode até parecer utópico, mais aonde houverem pessoas com o ORGULHO de serem negras, ainda existirá a esperança de uma sociedade igualitária e fraternal. Viva a Mãe África! Axé!

Rafael Vertuan é Jornalista,
pesquisador da Cultura Afro-brasileira
e membro da FIUTCAB.


foto - Copyright © Fundação Pierre Verger

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Campanha Nacional FIUTCAB


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